Dedico este poema a minha querida lua, que ontem mais uma vez nos iluminou e à todos que com ela sentem...
A lua alisa meus cabelos
como se fosse mãe materna
abrindo a porta das lembranças
o pensamento de mim sai
Junto à ela vêm o vento
faz-se perder a verdade na noite:
não tenho noite sem verdade
Seu brilho se esfumaça
como nos tempos de criança
adormece e se resguarda
Como um beijo adormecido
é como ela me olha
me fazendo sentir terna,
me arrepia me fascina, me ilumina*
Por Analiz ;-()

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