viernes, 26 de marzo de 2010

Try your wings




If you've never been
In love, and your longing
For the happiness it brings
Try your wings

If your hungry for the
Sound of a lover
saying sentimental things
Try your wings

Even the tiniest
Bluebird, has to
Leave its nest to fly
What a bluebird can
Do you can do too
If you try

If you've always had
A dream, and you've
Been afraid that it
Would not come
True hither to
Fall in love and
You will find that it's
Just what you've been
Dreaming of

The first love never
Comes twice. So
Take this tender advice
When it comes
Try your wings and
Fly to the one you love

ps. one of my favourites paitings. By Marc Chagall.

Beijos e até!


miércoles, 24 de marzo de 2010

I know



Thought you'd be forever the same
When did you become so easy to change?
Can't like who i won't
I know
Just can't figure out how to pin down
There will be no unguarded kisses
Let go of my hand when they're around
But what do you know?
You can't figure out how to get down
Soon enough i won't care
Stay in my arms if you dare
You can't romanticize
I know...



lunes, 15 de marzo de 2010

Blue..so blue...


By Ana

It´s one of my favourite picture that I took. I own can´t believe!! :D

Why the blue is so blue???


Many kisses for all...

Olhos





“ Nosso corpos
não conseguem ter paz
nesta aventura
Nossos olhos
são dengosos demais
que não se consolam,
clamam, fugazes
olhos que se entregam,
olhos ilegais.“


Bonjour a vous!

A bientôt! :D

domingo, 7 de marzo de 2010

Sem reposta


O ar já é apenas respirável
porque não me respondes:
tú sabes bem que o que eu respiro
são tuas respostas.
E me afogo.

De que se vive e de que somos algo
mais que um reflexo trêmulo
do que temos medo,
neste lago.
E eu te perguntei:
" Buscamos juntos?"
O que se quer encontrar
em uma água tão vaga e borrosa
há de buscar pelo ar mais alto
porque no fundo de um lago
o que há sempre
é a cópia de um anjo o de um Deus,
a figura de um ser que ali se vê,
desde seu verdadeiro
ser celeste.

Compreendo teu silêncio.
A segunda pergunta que te fiz
a mais de 800.00 mil kilômetros,
foi escrita no mês de fevereiro
por onde se pode ler apenas,
mas não pudiste escutar.
E por isso continuas
provando roupas que te acalmam.

Não há mais inverno que a solidão.
O que derruba a neve
é um amor
que serve de sol como sua intérprete.
Toma meus braços, aceite
este modo sensível, e
ao mesmo tempo,
inverno e solidão, chamado amor.

A primeira pergunta que te fiz,
estava perto, sim, bem perto estive.
Abraçados estávamos.
Nosso teto era abraço,
as paredes e o chão abraços eram,
com esta cor intensa
com que se pinta tudo ao abraçar-se.
Abraço foi a porta pela qual entramos.
As janelas eram abraços,
através do abraço víamos,
a visão era abraço e ouvir abraços.

E estavam os sentidos
tão apertados uns contra outros,
brindando a nossa união sua diferenças,
que até então meus olhos não haviam
visto o que viu o abraço.
E por isso eu te perguntei, sem voz
apenas apertando-te bem mais
contra meu peito
o corpo que os céus me emprestaram.
Sim, tú sabías escrever promessas com os olhos,
e meu desejo era saber
como é tua letra quando tua alma escreve.

Mesmo assim,
não respondiste. Eu compreendo.
Estavas já dormido em meu peito
e minha pergunta como asa se desfez
ao chocar com os olhos já fechados.
Algumas de suas plumas ou
palavras-promessa-aurora-eterno- te roçarama alma,
sim, mas tão levemente,
que tú, creendo que eram apenas
um de tantos sonhos sem perguntas,
nunca pensaste em responder a um sonho.





Música

Foto by Ana


Venha me beijar de uma vez
Você pensa demais
Pra decidir
Venha a mim de corpo e alma
Libera e deixa o que for
Nos unir
Não vá fugir mais uma vez
Vença a falta de ar
Que a flor do medo traz
Tente pensar
Pode até ser mau e tal
Mas pode até ser
Que seja demais
Tudo vai mudar
Posso pressentir
Você vai lembrar e rir
Alguma dor
Que não vai matar ninguém
Pode ser vista e nos rondar
Não precisa se assustar
Isso é clamor
De amor
Venha me beijar de uma vez
Feito nuvem no ar
Sem aflição
Venha a mim de corpo e alma
Libera a paz do meu coração
Não vá se perder outra vez
Nesse mesmo lugar
Por onde já passou
Tente pensar
Pode até ser sonho e tal
Mas pode até ser
Que seja o amor

Djavan




Hoje, mais que hoje,
o amor toca no meu coração
e viver é mais que sair
salvando o se que pode...

Ana


sábado, 6 de marzo de 2010

Eróticos recuerdos




Aun recuerdo cuando tus dedos impacientes jugaban con los botones de mi pecho, provocando un estallido de humedad en ese lugar calido y ardiente de mi intimidad.

Y cuando las palomas de tus manos inquietas descendían al jardín del deseo, buscando tu boca beber la miel de ese pequeño océano donde se perdían tus labios y tu lengua inquieta hasta ahogar la fuerza de tu interior, naufragando en oleadas de placer y gemidos de pasión, muriendo poco a poco, piel a piel, en el eterno abrazo del amor...

Ana


Passa este dia e esta noite comigo,
e possuirás a origem de todos os poemas.
Possuirás o bem da terra e do sol,
(há milhões de sóis ainda)
Não terás mais nada em segunda,
ou terceira mão,
nem verás através dos olhos dos mortos,
nem te alimentarás mais dos espectros dos livros.
Também não verás de meus olhos,
nem receberás nada de mim.
Ouvirás todos os lados,
e os filtrarás de teu ser.

Analiz

viernes, 5 de marzo de 2010


Foto by Ana


A ti sólo se llega
por ti. Te espero

Yo sí que sé donde estoy
mi ciudad, la calle, el nombre
por el que todos me llaman.
Pero no sé donde estuve
contigo,
Allí me llevaste tú.


¿ Cómo iba a aprender el camino
si yo no miraba a nada
más que a ti,
si el camino era tu andar,
y el final
fue cuando tú te paraste?
¿Qué más podía haber ya
que tú ofrecido, mirándome?

Pero ahora
¡ Qué desterrado, que ausente
es estar donde uno está!
Espero, pasan los trenes,
los azares, las miradas.
Me llevarían adonde
nunca he estado. Pero yo
no quiero los cielos nuevos
quiero estar donde estuve.